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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Projeto de Pesquisa:TURISMO PEDAGÓGICO!

Quando se fala de turismo imaginam-se logo pessoas viajando de um local para outro, conhecendo praias; porém ele não se limita apenas nisto. Podemos encontrar diversas modalidades do turismo uma delas é o turismo escolar antigamente chamado de turismo pedagógico que é uma modalidade nova se comparada aos outros tipos de turismo. Nota-se que nos dias atuais os educadores buscam novas tecnologias para educar levando em conta o prazer e o aprender, desta forma, o turismo é possível aliado aos educadores formais. O Turismo Pedagógico ou escolar vem ganhando um grande espaço no mercado, visto que, procura juntar, o prazer de estar viajando e a utilidade de estar educando, trabalhando os temas e assuntos numa sala de aula diferente onde o aluno vai interagir e integrar com o espaço estudado, transformando assim a educação mais lúdica e atrativa para os alunos contemplados. Segundo Marcellino (1995), o turismo é um fator que por se só motiva a pessoa a praticar a aventura de sair da sua rotina, buscando por novas paisagens, novas pessoas, costumes, culturas dentre tantos outros anseios do turista.

Já na metade do século XVIII, difundiu-se na Europa o Grand Tour, destinado, principalmente, a grupos de jovens estudantes ingleses que viajavam acompanhados por um tutor. Desta forma podemos afirma que o turismo tem algumas bases nas vivências fora da escola, isto é, em contato direto com os recursos naturais, históricos, culturais e sociais. Já as escolas não têm apenas a função de formar alunos e sim cidadãos. Um passeio pode se transformar em uma importante estratégia didática para que os alunos venham construir seu conhecimento, adquirindo conceitos práticos.

As crianças de hoje continuam gostando de brincar, especialmente com videogame ou outros meios tecnológicos, é uma geração diferente das anteriores, pois já nascem com o computador dentro de casa e o pai e a mãe fora, trabalhando o dia todo. As aulas se tornam monótonas, as de história não saem do simples papel e futuramente são esquecidas, por isso que se deve ter um projeto extra classe que se mostre a importância da história escrita em bases reais, presenciais por isso diante do exposto questiona-se como o turismo pedagógico pode auxiliar na aprendizagem das crianças nas séries iniciais 1º ao 5º ano, especificamente na escola Municipal Jarede Viana? Esta questão central desdobra-se em outras secundárias, a saber: Como conscientizar as crianças da importância cultural e histórica da sua cidade? Que aproveitamento elas irão ter visitando um patrimônio histórico? Que locais irão visitar como recurso pedagógico?

“o turismo pedagógico é uma forma de propor ao aluno uma participação ativa no processo de construção do conhecimento, pois proporciona meios para que ele possa tornar-se um cidadão criativo, dinâmico e interessado em atuar, de forma efetiva, na comunidade, contribuindo para o desenvolvimento de uma sociedade mais consciente em todos os níveis” (MOLETTA, 2003, p. 11-12).

Portanto, o turismo utilizando o lazer como potencial atrativo para determinada demanda de um público-alvo, neste caso, as crianças, um instrumento de alfabetização da cultura de forma motivada; é uma descoberta do mundo, de sua história. Acreditando que a conscientização deve começar na criança para ser um adolescente e adulto consciente e conhecedor da sua história local. Uma abordagem utilizada em alguns estados do Brasil, aulas fora do local convencional, em locais de patrimônio histórico e cultural, são em museus, praias, igrejas, locais de artesanato, grupos folclóricos enfim, pelo fato de muitas pessoas conhecerem apenas o bairro em que vivem. Assim mostrando a importância do desenvolvimento do turismo através da formação de cidadãos participativos, criativos e conscientes do seu papel na sociedade.

Não pode ser apenas um passeio. Estas aulas exigem planejamento e principalmente, aquele que vai orientar aos alunos, no caso, o professor deve ter conhecimento daquilo que irá mostrar. Conforme Guimarães (1997) estas aulas exigem planejamento, organização, método e prolongamento, para não perder o rumo pedagógico inicial. Tendo uma forma lúdica e de descontração, para que os alunos aprendam brincando, com um roteiro dinâmico e interdisciplinar.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O que podemos conhecer?As músicas nos falam...




Só em Maceió


Teka, rendeira
Eliane, praiera
Vamos pra Paripueura
Vamos pra Paripueira
Vai ter sururu
Vai ter sururu
E o Maré fica na beira
Da Lagoa de Mundau
Da Lagoa de Mundau
Da Lagoa de Mundau
Da Lagoa de Mundau
Vou tomar uma azuladinha
E vou convidar vocês
Pra comer uma agulinha
Lá na Praia do Francês
E um casadinho de feijão
Lá na casa do Seu João
E depois vou vadiar
Com as meninas em Mossoró

Só em Maceió
Só em Maceió
É que se pode vadiar
Com as meninas de Mossoró
Com as meninas de Mossoró
Alagoas, Alagoas
Há lagoas
Ganga Zumba pra onde foi
Foi pra lá das Alagoas
E um bom "pega de boi"
Só tem lá em Alagoas
Rifle de papo amarelo
Se encontra em Alagoas
Pra encontrar Fernando Mello
Tem que ir em Alagoas
E manga rosa da boa
É coisa lá de Alagoas


Martinho da Vila - http://letras.terra.com.br/martinho-da-vila/287486/




Ruas de Maceió-Eliezer Setton


Cada rua da cidade
Devia ter um nome só
Mas aqui é diferente
São coisas de maceió


Primeiro de março é moreira lima
Parque rodolfo lins é praça do pirulito
Eu tenho dito a muita gente boa
Que a rua do sol também se chama joão pessoa*


Rua da alegria é joaquim távora
Rua do sopapo é miguel omena
Tem gente que tem pena, mas acha correto
A rua augusta ter o nome de ladislau neto


Cada rua da cidade...


Avenida da paz é duque de caxias
Silvestre péricles é rua formosa
Parece prosa e já é demais
A rua do apolo ser melo morais


Rua do livramento é senador mendonça
Barão de penedo é a rua nova
Taí a prova veja como é Tibúrcio valeriano é o beco


http://letras.terra.com.br/eliezersetton/1924914/


Maceió-Luiz Gonzaga

Ai, ai
Que saudade, a i que dó
Viver longe de Maceió } bis

Alagoas
Tem jóias tão caras
Que meus olhos
Não cansam de olhar
Uma delas és tu Pajuçara
Praia linda engastada no mar
Quando a lua no céu adormece
Pajuçara se enfeita ainda mais
Vem à brisa rezar uma prece
Entre as folhas dos seus coqueirais

As noitadas felizes nas ostras
Bons amigos que choram até
Que saudade de Bica da Pedra
E dos banhos lá no Catolé
Recordando estas coisas tão boas
Sou feliz não me sinto tão só
Toda gente que sai de Alagoas
Coração deixa em Maceió

http://letras.terra.com.br/luiz-gonzaga/1561834





Hino de Maceió


És, Maceió, altiva e majestosa
Feliz nascente entre a lagoa e o mar
Ao lado da capela milagrosa
De um velho engenho pobre e secular


Pelo trabalho e pelo esforço ingente
Como a bravura de teus filhos nobres
E debaixo de um sol glorioso e quente
Veio a riqueza dessas terras pobres


A tua glória promana
Desses teus filhos audazes
Cujo alto valor se imana
Aos dos heróis mais capazes


Maceió, terra adorada!
Ó terra bela e altaneira!
Tua história é proclamada
Pela nação brasileira


Tu tens paisagens, Maceió, famosas
Teu sol é quente e teu luar é claro
São tuas praias belas e formosas
De um tom de prata, deslumbrante e raro


E desse alvorecer das madrugadas
De Ponta Verde às curvas do Pontal
Os coqueiros e as velas das jangadas
Dão-lhe um vigor de tela natural


A tua glória promana
Desses teus filhos audazes
Cujo alto valor se imana
Aos dos heróis mais capazes


Maceió, terra adorada!
Ó terra bela e altaneira!
Tua história é proclamada
Pela nação brasileira


http//letras.terra.com.br/hinos-de-cidades/688759



Vídeos legais!






quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Curiosidades, além dos muros escolares em Alagoas.

Fonte: www.google.com



Alagoas é um dos poucos estados com Mata Atlântica, com árvores de mais de 500 anos.

Existem áreas indígenas em Alagoas.

O Quilombo dos Palmares foi um símbolo da luta contra a escravidão, ficava na cidade de União dos Palmares.

O primeiro presidente do Brasil foi o alagoano (Marechal Deodoro)e o 2º também (Floriano Peixoto).

A capital era a cidade de Santa Maria Madalena do Sul, que hoje é Marechal Deodoro.

A casa do Marechal hoje é um Museu.

Graciliano Ramos e Jorge de Lima foram escritores alagoanos.

Alagoas tem o 2º maior rio do Brasil (São Francisco).

Alagoas tem a 1ª hidrelétrica do mundo, fica no município de Delmiro Gouveia.

Alagoas depende das grandes plantações de cana-de-açúcar, que se estendem do litoral à Zona da Mata, sendo o maior produtor de cana do Nordeste.

O principal destino dos turistas no Estado não é, apenas, a cidade de Maceió, pois outras cidades como Barra de São Miguel, Barra de Santo Antonio, Paripueira, Marechal Deodoro e a histórica cidade de Penedo, também, são visitadas pelos que fazem turismo em Alagoas.

Na maior parte do período colonial, Alagoas pertenceu á capitania de Pernambuco Tornou-se comarca em 1711 e separou-se em 1817, para se transformar em capitania autônoma.

Em Maceió, sua capital, até as primeiras décadas do século XX, Bebedouro era o bairro nobre da capital, com suas mansões. Depois surgiu o Farol. A Avenida da Paz, no Centro, a beira-mar, era a preferida para a construção de bangalôs, onde viviam as mais tradicionais famílias da cidade.

Imaginem Maceió no início do século XX, com seus sobrados, Igrejas e a população andando nas ruas centrais! Os homens de terno, gravata e chapéus e as mulheres de vestidos longos, esbanjando charme e elegância. Os bondes eram puxados por cavalos. Só depois, chegaram os movidos a eletricidade. Faziam o percurso entre o Centro, Trapiche, Bebedouro, Farol e Pajuçara. Até 1958, era esse o principal meio de transporte urbano. A alegria da juventude, que estudavam nos colégios São José, Instituto de Educação, Anchieta, Lyceu, Guido, Diocesano, Sacramento, Batista e outros. Depois surgiram as “sopas”, uma espécie de micro-ônibus. Mas os bondes deixaram saudade.

A capital modernizou-se, com edifícios comerciais e residenciais. Em 1989 ganhou seu primeiro shopping center: o Iguatemi, hoje Shopping Maceió.

Fonte:http://maisalagoas.uol.com.br/






Como planejar o trabalho de campo...



Excursão, estudo do meio ou turismo educativo? O tipo mais adequado de visita depende da faixa etária da turma e dos objetivos de aprendizagem da atividade

Relacionar os temas estudados em sala com o que ocorre fora dela é algo que deve estar no radar de todos os professores. Entre as formas de realizar essa tarefa, uma das mais consagradas é o trabalho de campo, presente em disciplinas como Ciências, História e Geografia. No caso dessa última, uma das intenções principais é levar a turma a compreender a paisagem cultural (a união de elementos naturais e construídos pelo homem em determinado espaço), entendendo as relações biológicas, sociais e econômicas que a estruturam.

Para chegar lá, organizar a visita é apenas um dos passos. Tudo começa com uma reflexão sobre o objetivo: você quer que os alunos conheçam na prática o que está no livro? Que reflitam sobre a vida em um local específico? Ou que comparem o que virem com sua realidade? Da resposta a essa pergunta, nascerão pistas para definir o tipo de trabalho mais adequado: excursão, estudo do meio ou turismo educativo (conheça cada uma delas nas próximas páginas). "É preciso considerar também a maturidade da turma, pois algumas alternativas exigem conhecimentos que os menores podem ainda não ter, como a linguagem cartográfica", explica Christian Monteiro de Oliveira, coordenador do curso de Geografia na Universidade Federal do Ceará (UFC).

O que não varia muito são as etapas de planejamento. A primeira é a organização da saída, que precisa de uma sondagem prévia do local para relacioná-lo ao tema abordado em aula. Em seguida, é hora de ajudar a preparar o caderno de campo (instrumento de registro que servirá de apoio na pesquisa), promovendo a aprendizagem das técnicas (entrevistas, fotografias etc.), discutindo qual a mais adequada ao desafio e o nível de complexidade (no caso de uma entrevista, deve-se decidir quais perguntas não podem ficar de fora e se o depoimento será anotado ou gravado).

Durante a visita, seu papel é auxiliar os alunos para que não percam o foco, direcionando a atenção aos aspectos essenciais ao trabalho. E, no retorno à classe, reserve momentos para que a garotada troque relatos e, principalmente, identifique o que ainda precisa de mais pesquisa para ser esclarecido.

Excursão

Objetivo
Aprofundar um tema ou tirar dúvidas após tê-lo estudado em sala. O desafio é relacionar o conteúdo dos livros com as observações no espaço externo. Em geral, consiste em uma única visita.

Anos
Educação Infantil e séries iniciais do Ensino Fundamental. Também vale como primeira saída para as séries finais.

Exemplos
Conhecer a nascente de um rio durante os estudos de hidrografia. Visitar uma estação meteorológica para entender as explicações sobre diferenças climáticas numa cidade.

Antes da visita
Sempre que possível, vá ao local e crie um roteiro com os pontos principais. Em sala, os estudantes já devem conhecer o conteúdo. O caderno de campo deve ter instruções sobre os aspectos a serem observados: indicações do que fotografar, perguntas específicas para uma entrevista, tabelas de coleta de dados etc.

Durante a visita
Privilegie as perguntas da turma - como já conhecem o tema, o campo é o lugar ideal para debatê-las. Caso a visita seja monitorada, é importante que o professor esclareça aos monitores qual o conteúdo de estudo para manter o foco.

Depois da visita
No quadro ou por meio de um painel, promova a socialização dos dados observados e coloque em pauta as dúvidas que ainda restaram.
Turismo educativo

Objetivo
Observar e coletar dados de diversos aspectos sobre um local e depois compará-lo com outro (em geral, mais próximo da realidade da turma). Costuma incluir uma série de saídas.

Anos
Séries finais do Ensino Fundamental.

Exemplos
Conhecer dois bairros, um nobre e outro periférico, para confrontar suas características. Visitar uma exposição sobre os produtos de exportação de outro país e compará-los aos exportados pelo Brasil.

Antes da visita
O ideal é que a atividade seja intercalada com aulas teóricas. Se a ideia de uma das visitas for analisar o comércio local, por exemplo, a aula prévia à saída pode abordar os setores da economia. O caderno de campo deve ser organizado para que o aluno encontre pontos de comparação.

Durante a visita
É possível organizar a turma em grupos que focalizem um único aspecto. O papel do professor é ajudar a manter o diálogo entre os ambientes, chamando a atenção para aspectos que sirvam de base de comparação.

Depois da visita
Reserve aulas para reunir informações sobre cada ambiente e, depois, para confrontá-los. Para entender diferenças e semelhanças, é preciso investigar de que maneira os fenômenos globais interferem em cada ambiente (ou seja, a relação global/local).
Quer saber mais?

CONTATO
Christian Monteiro de Oliveira

INTERNET
Download da edição especial sobre trabalho de campo do Boletim Paulista de Geografia.
Bianca Bibiano (bianca.bibiano@abril.com.br)
Publicado em NOVA ESCOLA Edição 235, SETEMBRO 2010. Título original: Vamos a campo!

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/como-planejar-trabalho-campo-geografia-594113.shtml?page=all

Célestin Freinet afirmava que os interesses das crianças não estavam dentro da escola e sim fora dela.



Fonte:http://ufabloguei.blogspot.com/2009/10/construcao-do-conhecimento-e.html



Fonte:http://escoladoaprender.blogspot.com/p/educadores.html



Fonte:http://www.portaldosal.com.br/?p=1049


Exemplos que devem ser seguidos:


Fonte:http://ouropretoturismo.blogspot.com/

http://www.guiasaoroque.com.br/
http://www.educarturismo.com.br/
http://www.ecoclub.com.br/conteudo.php?idconteudo=38
http://ouropretoturismo.blogspot.com/